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| Felina é um grude para Maria Eugênia. A filha que não aceitou se separar da mãe. Sempre foi assim: onde Maria Eugênia está, lá está ela também. Mas não buscando aconchego, mas aconchegar, acariciar, manter presença. Maria Eugênia que o diga. |
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| Felina é um grude para Maria Eugênia. A filha que não aceitou se separar da mãe. Sempre foi assim: onde Maria Eugênia está, lá está ela também. Mas não buscando aconchego, mas aconchegar, acariciar, manter presença. Maria Eugênia que o diga. |
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